Litros medidos, não estimados
O sensor de vazão conta os litros na saída da bomba. A queda de nível no tanque mede o mesmo abastecimento por outro caminho — a diferença entre os dois é sua conferência.
Quem tem bomba própria conhece as duas pontas do problema: o diesel some sem rastro, e o consumo de cada caminhão é um palpite baseado em planilha preenchida à mão. O TankFlow mede os litros na saída da bomba, vincula cada abastecimento ao veículo pela placa e calcula o km/L sozinho — enquanto libera a bomba só para quem pode.
O sensor de vazão conta os litros na saída da bomba. A queda de nível no tanque mede o mesmo abastecimento por outro caminho — a diferença entre os dois é sua conferência.
Cadastre a placa e informe o odômetro: o TankFlow calcula o km/L de cada veículo pelo método do tanque cheio e acompanha a média ao longo do tempo. Caminhão fora da curva aparece.
O frentista escaneia o QR colado no veículo e digita só o odômetro. Litros, tanque, operador, horário e km/L já estão no sistema — sem login e sem instalar aplicativo.
Cartão RFID energiza a bomba com limite diário por operador e por tanque, mais regra de horário. Fora do permitido, a bomba não liga.
Queda de nível sem abastecimento autorizado dispara alerta na hora e vira registro de saída não identificada, com motivo e horário para auditoria.
Estoque inicial + entradas − saídas comparado ao nível real, com a variância em litros e %. Relatórios por operador, cartão, veículo, tanque ou cliente, em CSV e PDF.
Cadastre o veículo pela placa e informe o odômetro a cada abastecimento — o frentista faz isso pelo celular, escaneando o QR do veículo. O TankFlow calcula o km/L pelo método do tanque cheio: a quilometragem rodada desde o abastecimento anterior dividida pelos litros deste. A média por veículo vai sendo acompanhada automaticamente.
Com o sensor de vazão instalado na bomba, são medidos pulso a pulso — exatos. Sem ele, o volume é estimado pela queda de nível no tanque, que é o comportamento padrão. Quando os dois existem, o sistema mostra medido e estimado lado a lado, e a diferença serve de conferência.
Sim, e sem ninguém digitar os dados duas vezes. O que a planilha tenta registrar à mão — data, litros, veículo, motorista, odômetro, km/L — o sistema já tem, porque o hardware captura o abastecimento no momento em que ele acontece. Os relatórios saem em CSV e PDF quando você precisar levar para fora.
Sim. Há limite diário por operador e por tanque, além de regras de horário — a bomba só libera dentro do permitido, e a mesma regra vale mesmo se a internet cair.
Qualquer queda de nível sem um abastecimento por cartão é detectada como saída não identificada, com alerta na hora e registro para auditoria. A reconciliação de estoque mostra a variância acumulada em litros e %.
Veja numa demonstração o litro medido na bomba, o km/L por caminhão e o frentista lançando pelo celular.
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