Controle de abastecimento

Quem abasteceu, quantos litros e para qual veículo.

Um sistema de controle de abastecimento só serve se responder essas três perguntas sem depender de alguém anotar. O TankFlow libera a bomba por cartão, mede os litros na saída, identifica o veículo pelo celular do frentista e fecha o estoque sozinho.

O ciclo completo

Quatro etapas, nenhuma dependendo de digitação.

01 · Libera

Só abastece quem pode

O operador aproxima o cartão RFID e a bomba é energizada — dentro do limite diário dele, do limite do tanque e da janela de horário. Fora disso, a bomba não liga. A mesma regra vale com a internet caída.

02 · Mede

Os litros são contados, não estimados

O sensor de vazão conta os litros na saída da bomba. A telemetria do tanque mede o mesmo abastecimento pela queda de nível, de forma independente — e a diferença entre os dois é a sua conferência.

03 · Identifica

Para qual veículo foi

O frentista escaneia o QR colado no veículo e digita o odômetro pelo celular. Sem login e sem instalar aplicativo. É a única coisa que o hardware não tem como saber sozinho.

04 · Fecha

A conta bate, ou aponta onde não bate

Estoque inicial + entradas − saídas comparado ao nível real, com a variância em litros e %. O km/L por veículo sai pronto, abastecimento a abastecimento.

Onde costuma falhar

Por que o controle manual não fecha.

Não é falta de disciplina. É que cada passagem de mão perde informação, e no fim do mês ninguém sabe se a diferença é furto, erro de digitação ou abastecimento parcial não anotado.

  • O dado é anotado depois. Papel no bolso, planilha preenchida na sexta-feira, memória. O que chega já vem incompleto.
  • O volume é estimado. Régua, visor da bomba, conta de cabeça. O erro entra na origem e nenhuma fórmula tira depois.
  • Ninguém confere. Conferir dá mais trabalho que preencher — então a planilha existe, está preenchida, e ninguém confia nela para decidir.
  • O que sai fora da bomba não aparece. Mangueira, sifão, vazamento. Nada disso é anotado, por definição.

É por isso que o controle precisa começar no hardware: se o registro nasce no momento do abastecimento, não há etapa onde a informação se perca. O que sobra para a pessoa é só o que o equipamento não tem como saber — qual veículo e qual odômetro.

Perguntas frequentes

O que é controle de abastecimento?

É o conjunto de regras e registros que define quem pode abastecer, quanto, quando, e quanto efetivamente saiu do tanque. Num posto interno ou tanque próprio, envolve liberar a bomba apenas para pessoas autorizadas, medir o volume de cada abastecimento, vincular esse volume ao veículo e fechar o estoque contra o que o tanque realmente tem.

Preciso trocar a bomba ou o tanque para implantar?

Não. O leitor se conecta ao sensor de nível que já existe no tanque — 4–20 mA ou boia resistiva — e ao comando da bomba. O medidor de vazão é instalado na linha de saída e é opcional: sem ele, o volume continua sendo calculado pela queda de nível.

Funciona se a internet cair?

Sim. O leitor guarda a lista de cartões autorizados e as regras de horário no próprio dispositivo, continua liberando a bomba e grava tudo em fila local. Quando a rede volta, sincroniza sozinho. Nada se perde e nada para.

Isso substitui a planilha de controle de abastecimento?

Sim, e sem digitar duas vezes. O que a planilha tenta registrar à mão — data, litros, veículo, motorista, odômetro, km/L — já nasce no sistema, porque o hardware captura o abastecimento no instante em que acontece. Os relatórios saem em CSV e PDF quando precisar levar para fora.

Dá para controlar mais de um tanque ou mais de uma unidade?

Sim. A conta organiza vários clientes e vários tanques, com dados isolados, e dá para dar acesso ao dono de cada tanque para ver só o que é dele. Relatórios e alertas são configuráveis por tanque.