Só abastece quem pode
O operador aproxima o cartão RFID e a bomba é energizada — dentro do limite diário dele, do limite do tanque e da janela de horário. Fora disso, a bomba não liga. A mesma regra vale com a internet caída.
Um sistema de controle de abastecimento só serve se responder essas três perguntas sem depender de alguém anotar. O TankFlow libera a bomba por cartão, mede os litros na saída, identifica o veículo pelo celular do frentista e fecha o estoque sozinho.
O operador aproxima o cartão RFID e a bomba é energizada — dentro do limite diário dele, do limite do tanque e da janela de horário. Fora disso, a bomba não liga. A mesma regra vale com a internet caída.
O sensor de vazão conta os litros na saída da bomba. A telemetria do tanque mede o mesmo abastecimento pela queda de nível, de forma independente — e a diferença entre os dois é a sua conferência.
O frentista escaneia o QR colado no veículo e digita o odômetro pelo celular. Sem login e sem instalar aplicativo. É a única coisa que o hardware não tem como saber sozinho.
Estoque inicial + entradas − saídas comparado ao nível real, com a variância em litros e %. O km/L por veículo sai pronto, abastecimento a abastecimento.
Não é falta de disciplina. É que cada passagem de mão perde informação, e no fim do mês ninguém sabe se a diferença é furto, erro de digitação ou abastecimento parcial não anotado.
É por isso que o controle precisa começar no hardware: se o registro nasce no momento do abastecimento, não há etapa onde a informação se perca. O que sobra para a pessoa é só o que o equipamento não tem como saber — qual veículo e qual odômetro.
É o conjunto de regras e registros que define quem pode abastecer, quanto, quando, e quanto efetivamente saiu do tanque. Num posto interno ou tanque próprio, envolve liberar a bomba apenas para pessoas autorizadas, medir o volume de cada abastecimento, vincular esse volume ao veículo e fechar o estoque contra o que o tanque realmente tem.
Não. O leitor se conecta ao sensor de nível que já existe no tanque — 4–20 mA ou boia resistiva — e ao comando da bomba. O medidor de vazão é instalado na linha de saída e é opcional: sem ele, o volume continua sendo calculado pela queda de nível.
Sim. O leitor guarda a lista de cartões autorizados e as regras de horário no próprio dispositivo, continua liberando a bomba e grava tudo em fila local. Quando a rede volta, sincroniza sozinho. Nada se perde e nada para.
Sim, e sem digitar duas vezes. O que a planilha tenta registrar à mão — data, litros, veículo, motorista, odômetro, km/L — já nasce no sistema, porque o hardware captura o abastecimento no instante em que acontece. Os relatórios saem em CSV e PDF quando precisar levar para fora.
Sim. A conta organiza vários clientes e vários tanques, com dados isolados, e dá para dar acesso ao dono de cada tanque para ver só o que é dele. Relatórios e alertas são configuráveis por tanque.